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Mostrando entradas de noviembre, 2021

Los sin fundos

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NOTA He escrito con la intención de mala aparéncia, de ser así, sin interés. Pero uso de mir error con desprendimiento, de un portuñol inventado para mostrar que tenemos perdido en mi país muchas esperanzas, y somos apuntados sin juício en las calles, en la vida y en la universidad. Está en esta lenguage que he buscado hacer temprano el antiguo, haciendo entender que sufrimos, que perdimos la receta de lo que sea el bien. No la sabemos hacer de nuevo, necesitamos de ayuda que pueda tener valor. Pero es sencillo en su extremo de hablar en escribir, de ahí está su complejidade. El cómico, lo que hace diferente, la absurdidad es presente. Ahora un texto peor, así para reforzar las certezas. Desearía que la escritura fuera buena, que pudiera brindarte un poco de diversión. Pero no es así en el inmediato. Los errores se hacen sin comedimiento. Hacen por sí mismo. Es que el cómico tiene que cair, dejar el equilíbrio corporal para las risas generales. Así está, para dos engaños que se suman...

Deja todo para amar

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Un bolero de lágrimas y sonrisas Está lleno de dichos dolorosos marcado con un escribir herido Hay mis errores no del castellano Lo hice por mis amigos que saben hablar y decir mejor lo que no les dije, Si, para ellos cantar de forma escandaloza con grito. Si, es un chiste que hice para ellos. Deja el ilusorio morir de hambre Deja los huesos pulidos para el perdido Deja caer la tibia lluvia de sus hojos heridos Deja así lo que puede ser los engaños acertados Mañana otra vez  Deja olvidado  todo tus hechos denegado fueran sus pasos listos en lazos de abandonar Deja la verdad dormir en paz Volverás hasta las nubes  donde siempre estuviste a creer que flota libre en los distantes cumbres del ayer Tendrás el silencio reconocido por el aciento de no hablar de pensar y no existir Vivirá de los mistérios del frio y del resplandor del viento que te llevará Sigue cielo y mar hasta la plaza de jamás llegar Tener alegría sin espacios sin nada perder o ganar y solamente con sus rayos...

A sepultura de cada passo

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  A sepultura de cada passo Marca essa hora cortes de dentro e de fora. Vive cada ausência desenfreada. Fala, abraça, se apresenta Presente, e a tudo enfada. Faz mágica  conta como foi Sem vida, sorri alegre O cheiro nauseabundo  carrega a si, o defunto com a força íngreme de mortas palavras Diz nada, contudo aponta o desenho obscuro de sombras  tatuadas verdades despedaçadas Volta-se para os desconhecidos rostos amanhecidos ninguém crê que enterrado está  em todas encruzilhadas tão viva morte faz viver os desnorteados almas torturadas beijam a forma eterna todos desfalecidos.

Capeta afivelado

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  Nota: Olha gente, esse texto mostra como se desfaz um perigo, na pura ingenuidade. E na hora da morte em que se apontam armas em que se, diz algo como "cedo morreu tarde", que não viu nada, podem ir. Estava pescando, pegou dois peixes grandes, foi para varanda da casa tomar uma bebida, assar, tocar sua viola. E agora ele conta isso para as pessoas numa venda, um boteco rural. Escapou por pouco. Acho que a leitura tem aquele peso gordo da voz cansada, o jeito do mistério. Coisa para ler para outro, esperar o silencio, como se diz. Ir de pouco mostrando algo, ainda não claro. Acho que cria um ritmo. Experimente. Capeta afivelado fica marcado Estava na ribeira descascando a palavra  e mais falatório da chuva e conversa miúda de água quando me bateu o Conhecido rabeou uns tiques de farsa Vou saber? O bicho me olhou atravessado erguendo de sapituca o gibão de capa queria mostrar o parabelo da cinta o cano estrelado estava de coronel sem mira tirado no facão Pensei coisa mais sem...

Temos sofrido muito

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Deixastes o amanhecer tão cedo que as tardes  se perderam antes da caída do céu lá onde as verdades dormiam magníficas tempestades com lindo terror de fim de mundo Viestes para minha vida como um anjo de aladas cartilaginosas e vivemos em contínua e delicada separação Sempre foi assim prova da bondade Temos sofrido muito muita dor sentimos nos tocamos demais falamos sem vírgula Há dor em quantidade e nem se pode amontoar em qualquer canto da casa Usamos a relva que pisamos Não Não é assim o egoísmo prevalece o bem estar a deliciosa paixão de se alimentar sem necessitar dividir Vejo pobreza em teu espírito posso entender  que quase fico contente tantas vergonhas nunca mostradas Nos teus olhos a ingratidão não sei não sei como te ajudar porque ainda estou aqui ainda permaneço em ti acho que gosto da infelicidade E de minha ausência uma foto tivesse que bem lhe causasse  A minha descida Não Não é assim o egoísmo prevalece o bem estar a deliciosa paixão de se alimentar sem ne...

olvidé decirte

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  entonces dije cosas yo estaba en el jardin la amarilis La piedra amarilla aún vivía en mi mente Acumulación de voluntad para hacer un mundo nuevo Y tú a mi ritmo dentro de mi sentimiento en las palabras racionales yo estaba en el jardin así que volví a la casa el amor es tal cosa pienso sin adios ok estoy en el sofa y ahora una lampara para colorear mis pensamientos un aire fresco vengo a recordarte amarilis lismis marlis maris amor lis un dolor recorre mi cervical una voz rodea imágenes la leche me enfermó en la ventana un lado sombra viviente dejé algo un aparte de mi alma no sé nunca confesar errores pero ahora Siento la impresion sí Creo que sí No hace mucho tiempo la que se subió a un carro negro y amarillo salgo las escaleras de piedra del sol en la puerta principal el topo de la noche Y yo amaba a Lisa Olvidé decirte que te amo me habia olvidado de ti

Cacos siderados

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  a primeira vez que vi disco voador foi quando me acertou  e espatifou na parede um lanço passou rente à rede quase onze pontos correria de sangue e extra-terrestres desmanchados em bife em facas e garfos não ouve grito no espaço sideral quando todos partiram suas vidas em cacos

Queda

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 se me derrubassem do avião como sobreviveria mas com pára-quedas de cabelo desceria suave e calvo se o vento soprasse e desse uma rajada nos buracos de tiros de meu corpo como suportaria a canção fria cantada como uma flauta que vaia em ser mal tocada se me explodissem novamente como me encontraria em pedaços a me juntar como um pássaro como milhos debulhados se me deixassem sem ganhos, sem provimento e à míngua por toda rua nua à sombra da ruína da cidade como eu nem me preocuparia com o sofrimento sem lamento seria o socialismo, a cristandade de mãos dadas, a purgação de nada, o liberalismo construído de identidade corroído por ser assim tão vil, tão quantos mil, normal e comum. e se nem pudesse dizer nada nem diria nada que nem se ouve a voz fechada e  se me lembro do medo que se consome  em lamento perda e morte como desenho esqueletos de palavras abro a página marcada  e se tudo tivesse como poderia se nada se tem do que se desconhece se me detivesse um instant...