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Mostrando entradas de marzo, 2021

capataz

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  capataz de fazer as coisas como devem a tradição come os ossos da cultura Aquele enguiço de dentro entripado com o restante o tenro todo filetado nada sobrado é engraçado pisa no palanque - aquele salto alto - que na batida diz: "tô chegando" unhas de chicote sisuda carranca da nobreza empobrecida: seriedade com penetração veio vingar das maledicências do seu ridículo que todos sabem aquela alma de morcego andando aos contrários - bichinho da caverna platônica - senta na cumeeira de sua quermesse pega o pau de sebo mexe na mala de viagem queria ser polida mas era poliça grita com as coisas - bate o sinal Pedro Moreira Nt Pedro Moreira Nt www.pedromoreirant.com Buy Books: Amazon  |  Barnes & Noble|  |  Books A-Million  |  IndieBound  |  Powell’s  | Kobobooks 

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dia de sonhar

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  dia de sonhar despertar dormindo ver tudo se indo e voltar atordoado do dia fechado abraça a cama amiga gente a marcar o passo vozes no cangote da casa fala pequena dedo no céu na cerca sujado na terra cansado de aninhar quer voar feito pardal e vai no tombo acerta o lombo fere as notícias no grito elas nem se ofendem são tão metidas inchadas atrás da máscara das mentiras e cansa no café a voz de um cientista é um nada de entrevista enjoa no almoço uma viola ruim voz de taquara rachada faz beicinho coisa besta arruma os tarecos nem janta vai para a ceia já meia passada roupa largada assiste aquelas coisas enlatadas fechadas na compota sem gosto palavreado feio metido à descanso ronca a voz faz a cesta não tem história cara igual a do Teno tomando umas a outra parece a Laguá reinando aquilo finge bondade sem sede vazio de chiqueiro depois vem a tal e aquela briga que diz amor que nem existe e acaba nem se sabe é filme gente no meio do papel gente de mal a pior tristeza desgovernad...

poluição II

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  saudade da poluição a gente andava gibeira na mão bocó aberto distribuindo ti-lim se serrava de tudo cheirando catapenga dando costa à malvadeza comendo rosta coisa dizeno benzeno  balangano nus no rio que rio se era agora de pouco se fica louco vai ao aliciante preço novo e se paga aquele zóio de ovo mais deixa lá tá marcado esse mercado entra no exemplo beija o sujo banco que faz templo assina a vacina contra catapora rasgando ferida pó pa tapa taio viveno no bafo do otro veneno vendeno o que nem tendo carepa lambendo depois vem esse que ninguém vê nem fala o que cala é o que dá bala tudo uniformizado que nem tripa aqui é linguiça essa trouxa que enguiça um diz outro segue no triz um monte junto unido e grudado esse baixa-cabeça armado daí passa faz que manda fora Pedro Moreira Nt Pedro Moreira Nt www.pedromoreirant.com Buy Books: Amazon  |  Barnes & Noble|  |  Books A-Million  |  IndieBound  |  Powell’s  | Kobobooks 

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