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Mostrando entradas de julio, 2021

soube que morreu, como foi isso?

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  soube que morreu como foi isso?  estava consigo mesmo e se percebeu como um raio flash da máquina solar  luz da eletricidade um reflexo foi a sombra? a mancha de alma separada fina inconsistência que em tudo sobe e se esparrama calma inconsistência algum fantasma te contou? descobriu por si mesmo E como se deu? usou de algum instrumento ou foi o acaso que lhe dominou? o vento te empurrou vazio da consciência - isso não é possível - sei bem a água a sua transparência benção ####### Pedro Moreira Nt Author Blogs http://propedromoreira.blogspot.com.br   http://cronicadaarte.blogspot.com.br http://pedromoreiracuradoria.blogspot.com.br http://abobledios.blogspot.com.br http://cronicadacasa.blogspot.com.br http://escrevoagora.blogspot.com.br http://propedromoreira.blogspot.com.br   Pedro Moreira Nt www.pedromoreirant.com Buy Books: Amazon  |  Barnes & Noble|  |  Books A-Million  |  IndieBound  |  Powell’s  | Kobobooks...

solipsismo de unidade luminosa

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  tudo cai em meio ao peso  de sua calma sobre meu peito clara a luz que me cobre por que me atravessa seus raios cave à calma da terra faz meus passos e se debate ilumina em um grito o silêncio abre as cortinas névoas voláteis aparece o que seja e vai parataxe caminhando nas estrelas; e você canta essa prosopopéia atéia case caso cale cali que me vem clora esse verde que esquivo; clora a flora seja clara anáfora destemida desta ermida está flores que jamais junta pastores bebi a noite entrei no verão tomei meus sapatos engoli a fadiga embarquei no vento dormi na constelação asindeto Epanadiplose que seja assim; seja assim sua força potente Não, nunca, jamais anadiplose lícito e tácito coração e cantar os dias de oxímoro  Assonâncias sonhada você vem, você corre a voz de sonhar Porque solver dessa assonância a distância analógica que são certas as vontades reveladas dessa antítese a certeza porvir de céu iluminado pelas candeias de estrelas acesas sobretudo esta metáfora ...

Desencanto y demolición

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  Desencanto y demolición Al comienzo de la conversación, él tuvo una reacción fidedigna de tus orígenes de carnicería, pero sin aumentar su voz. Sin decir nada de lo que dijera entre manos, en el cuerpo cubierto con puntitos rojos, oscuros de tiempo. Mantenerse calmo, como si tuviera en las manos, derecha e izquierda la siniestra luce que sale de su boca platinada, con mal olor, medio endulzado con sangre. Ojos fijos y atentos como al frente hubiese alguna cosa terrible que debería exterminar. Tendría en estos momentos las aguzadas manos hechas cuchillos que sin temblar, estaban listas para golpear y hacer más. La paz de quienes  tienen el cuchillo en las manos. Garantizar que nadie lo hiciera menor, abajo. Estaba arriba de las certezas. Un silencio inusual, brillaba en los dientes. Los gestos muy pensados tendrían la calma doliente de quienes saben y no cuentan sus secretos.  Manténgase con movimientos densos, aceitosos, espesos como entrando en la piscina llena de la s...

foi aquele sábado enrolado nas pitangas

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  foi aquele sábado enrolado nas pitangas o jardim quebrado de pétalas esvaziado não podia assim nem podia de outro jeito ficamos derramados no costume você quem foi foi você gente passa fingindo esquecer os buracos da cerca vê aquilo? a entrada arrumada e a calha quebrada o vento ecoa a voz colocada de locutor de rádio e me telefonam naquela hora e me dizem quantas pretensões e me acusam por não querer a coisa fala para mim diz que estou estonteado que passei da linha tenho culpa? um grito de futebol atrapalha as distâncias invade o comportamento como que um arrepio sem horizontes vamos ao que sobrou deitamos no gramado estragado o pano de cetim ridículo jogado assim café e torradas geléia e bolo de chocolates vai buscar xícaras diz de um jeito sem comprometimento voz de férias com correntes no trabalho desliga isso podia um balanço ali se não fossem olhos detrás das cortinas mexendo acetonas curvando garras acertando tintas passamos as horas sem música amanhã será domingo ouvirei...

ar quente

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Ar quente de verão no inverno Há um punhal no ar  Aquelas estrelas da noite aparecem assombradas Rolam as pedras que acalmam a rua Ondas quebram o mar indiferente Dissolve a terra que alimenta Vapores do ar drenados Sinto a chuva na laje O cálice fere a calçada polida Estrondo de tempestade perdida Seca a quietude morna das águas Dourado arco da lua Colina que nutre a estrada O vento faz curvas Eleva outra vez as nuvens densas Corta os pedaços que fervem A flecha dança esmaltada Enterra julho toda a redondeza A relva cavada fermenta a argila molhada Atravessa e rompe a profundeza da fome Revolve a sombra que se aprofunda Golpeia as ondulações da loucura A liberdade carrega o sonho? O caminho se estreita Dobra o tempo das horas Aqui perto há um restaurante que não fecha e uma cidade que adormece ####### Pedro Moreira Nt Author Blogs http://propedromoreira.blogspot.com.br   http://abobledios.blogspot.com.br http://cronicadacasa.blogspot.com.br http://escrevoagora.blogspot.com.br...