Tempestades







Sempre distante Passo longo Longe passar pesado vazio Ausência alimentada Outro dia será passado cheio arrastado e deformado Nunca retornar respira a oleosidade anda a manhã fica preguiçosa dorme no mesmo lugar está agora abraçada com magro futuro Fosse dar uma volta na quitanda mexer com diferentes novidades Inerte essa pamonha devorada por mesquinha esperança coisa ralada raspa de nada Quando quando quando quando muito gerúndio para poucas vontades

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