noites

falha a noite que se deu mal machucando o barco do leste com as pedras escuras de limo e cracas vem na lufada ainda esticada sem perder o ar Velas carregadas de fechaduras ainda frescas colhidas das correntes das almas as mesmas mortas faz que vivem defuntas e dementes Vai outrora entre espumas lançada ao horizonte fisgando presentes Outra cara do céu que apunhalado sangra sua canção de entardecer sem quem desse mal se possa entender E me vou no embora longe da estupidez fria dessas almas vazias Sem retorno ao curral da eleita pestilência Venha temporal Tempestades prometidas a varrer da terra essa ignomínia

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